Quando eu me tornei “Boa pra Foder”, aos olhos dos caras com quem me envolvi. A minha libertação sexual geral foi muito cedo por inexperiência, mas também por certa vocação, admito. Mesmo “virgem” já tinha visto de tudo na internet e também já sentia o jeito medônio que me taravam. E devo confessar que, apesar do nojo, cobiça e o proibido domina meu juízo, eu me entrego fundo. Será por isso que esses caras me falam isso, que sou “Boa pra Foder”?.

Promiscuidade que repudio mas conheci ainda cedo apenas vivendo e aceitando um mundo onde os homens mandam e as mulheres obedecem. Juro sentir raiva de mim mas é só o estalo do tesão bater que passa. Rapidamente vira “putinha”, “boa pra foder”, “princesinha” e qualquer outro termo porno. Do tipo que sinto repulsa agora mas na hora eu não só encorporei a personagem de “vagabunda” como quis e ainda implorava… Patética? Talvez mas é a minha verdade. Qual é a sua?

Matar aula pra encontrar caras que conheci em app de namoro, virou rotina. Me prejudicou mas foi melhor do que continuar a ficar com caras do colégio e ser falada, vazada… como aconteceu comigo na escola anterior (não me orgulho disso, ok?).

Já com esses caras que já trabalhavam, eram casados… As conversas e flertes sempre me envolveu mais. É do tipo mais perverso possível. Dá até vergonha de confessar o que já fiz em off com esses caras aleatórios. De aliança no dedo, foto dos filhos na carteira e adesivo de família no carro e tudo. É eles baterem o olho em mim que parece uma coisa, menina…

O que mais marcou foi o pai de uma amiga. Todo festeiro sempre fazendo churrasco e recebendo visita em casa. Nas primeiras idas ele já ficou com gracinha pra cima de mim… Minha princesa pra lá, minha princesa pra cá, sempre me servindo e me cantando baixo, bem baixo. Lembro que saí de lá toda melada e acabei pelada no carro de um primo dessa amiga… loucura, mas nao mais doidice do que comecei a fazer uma semana depois com o pai dessa mesma amiga

No segundo churrasco, um final de semana qualquer na casa deles, o homem tava trans tornado pra cima de mim, eu que gosto de atentar dava brecha pra chegar. O SAFADO puxou papo no zap (nao me perguntem como ele tinha meu numero). Encasquetou que queria dançar comigo numa área mais isolada porque a mulher era ciumenta… aí pronto, ativou o gatilho do proibido eu já quase me coçando de tesão em certo ponto topei e foi daquele jeito sujo que eu nao adminto mas gosto.

Ele é do tipo hetero nojento, religioso e conservador mas por trás é o diabo. Ele não esperou nem eu terminar de subir a escada pra me atacar do jeito mais putão possível. Te pões de joelhos, pega pelo cabelo… Bate o Pau na tua cara… Foi assim que esse fdp me recebeu, me chamando de “putinha de macho casado”… Mais uma pra minha coleção. E foi daí pra baixo no nível da gente só parar quando quase da merda de gravidez e de ser pegos no flagra.

De todos os caras e absurdos que ouvi, nessa fase um foi unanime: “Boa pra Foder”, todos falavam em alto e bom som… E foi assim que me marcou o início da minha libertação sexual, um alívio enfim liberar todo o prazer que há em mim, seguido desse prazer pervertido em ser dominada, subjugada e correr sérios riscos por pura diversão e perversão.

Dessa forma dou início ao meu diário pessoal que irei compartillhar com vocês. História de uma menina comum com desejos mais comum que a gente quer acreditar que seja, por cegueira ou pra fugir das próprias tentações.

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